Vazamento em botijão de gás causou fogo na área externa da casa do presidente do TSE, no Lago Sul; ninguém ficou ferido.

Um princípio de incêndio foi registrado na residência oficial do ministro Kassio Nunes Marques, atual presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e membro do Supremo Tribunal Federal (STF), localizada no Lago Sul, em Brasília. A ocorrência foi deflagrada por um vazamento de gás no fim da tarde deste domingo, dia 30, gerando rápida mobilização das forças de segurança do Distrito Federal. Apesar do susto e da intensidade pontual do fogo, não houve registro de feridos.
De acordo com informações apuradas, o incidente começou em um botijão de gás conectado a um forno instalado na área externa da casa. O ministro Nunes Marques estava dentro do imóvel no momento em que as chamas se iniciaram. O fogo acabou ganhando força rápida devido ao material inflamável da cobertura local, composta por uma estrutura com telhado de acrílico, o que gerou fumaça densa e exigiu cautela imediata.
O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) foi formalmente acionado por volta das 18h54 para conter o sinistro. A ação dos militares foi ágil e durou cerca de 40 minutos até a completa extinção do fogo e rescaldo do ambiente. Conforme nota e esclarecimentos divulgados pela assessoria de imprensa do TSE, o ocorrido ficou estritamente restrito à área externa da residência, sem causar danos estruturais ao corpo principal do imóvel.
Nunes Marques comanda atualmente a Justiça Eleitoral brasileira, tendo assumido a presidência do TSE em 12 de maio deste ano após ser eleito pelo plenário da Corte em abril, sucedendo a ministra Cármen Lúcia. O tribunal tem como vice-presidente o ministro André Mendonça. Antes de chegar ao posto mais alto da Justiça Eleitoral, Marques exercia a vice-presidência desde junho de 2024, acumulando o posto com suas funções regulares no Supremo Tribunal Federal, onde atua desde sua nomeação em novembro de 2020.
O que esta em jogo: A segurança e integridade de autoridades dos poderes da República em Brasília constituem um protocolo de constante atenção para as forças de proteção do Estado. Como chefe do TSE — órgão responsável pela condução, fiscalização e garantia da lisura dos processos eleitorais no país —, qualquer incidente envolvendo a rotina e o domicílio do magistrado mobiliza prontamente as estruturas de contingência da capital federal para afastar quaisquer riscos maiores à integridade física e à estabilidade institucional.
Com informacoes de revistaoeste.com.