O governo Lula expandiu o Bolsa Família para 19,3 milhões de famílias, totalizando um custo de R$ 13 bilhões neste mês, apenas quatro meses antes das eleições gerais, após um aumento de 690 mil novas famílias cadastradas em sete meses.

O programa Bolsa Família, sob a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), foi expandido significativamente, com o cadastro de 690 mil novas famílias em apenas sete meses. Atualmente, cerca de 19,3 milhões de famílias, que representam aproximadamente 50 milhões de pessoas, recebem o benefício, com um valor médio de R$ 677,66 neste mês, de acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome.
Essa expansão ocorre a quatro meses do primeiro turno das eleições gerais deste ano. Em novembro de 2025, o número de famílias beneficiadas era de 18,6 milhões. O custo total do programa para os cofres públicos em junho ultrapassa os R$ 13 bilhões.
Apesar do aumento no número de beneficiários, o governo havia anunciado previamente um “pente-fino” no programa, com o objetivo de identificar e combater fraudes e irregularidades. No ano anterior, essa ação resultou no corte de 2,1 milhões de cadastros.
O auxílio-base do Bolsa Família é fixado em R$ 600, mas são concedidos valores adicionais, como bônus para gestantes e crianças, que contribuem para a elevação do valor médio pago às famílias.
O que está em jogo: A expansão do Bolsa Família e o timing próximo às eleições levantam debates sobre o impacto fiscal e a estratégia política de programas sociais, com possíveis desdobramentos na percepção pública e no cenário eleitoral.
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