Agência reguladora proibiu fabricação, propaganda e comércio de diversos cosméticos e produtos capilares sem autorização sanitária.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a proibição em território nacional da fabricação, comercialização, distribuição, divulgação e uso de diversos cosméticos e produtos de beleza que estavam sendo ofertados sem a devida autorização sanitária. A medida foi oficializada por meio da Resolução 3.249, publicada em uma quarta-feira 19, e atinge desde artigos voltados a cuidados capilares até itens de proteção solar e higiene pessoal.
A ação da agência reguladora identificou uma série de mercadorias em situação irregular no mercado brasileiro. A lista de produtos vetados abrange formulações como tônicos e xampus destinados a estimular o crescimento capilar, além de protetores solares, bronzeadores e sabonetes em gel que vinham circulando sem atender às exigências legais de segurança e eficácia estabelecidas pelo órgão fiscalizador.
Entre os alvos da decisão estão itens da marca Essence, fabricados pela empresa Geo Beuaty. A proibição atinge produtos específicos como o tônico Capi Hair, formulado para estímulo capilar com ingredientes naturais, e o xampu Essencial for Men. A lista de suspensões da agência também inclui outros cosméticos e itens de uso pessoal, como o repelente Casa, a parafina bronzeadora Rainha Solar, o sabonete Mixderme e o fluido Ar Tratamento.
A fiscalização também mirou mercadorias cuja procedência não pôde ser determinada pelas autoridades. Foram barrados itens de origem desconhecida, como a Máscara Avocado Tutano Vegano, o bastão solar Natural Perfection Double Shield Sun Stick SPD50+ e o creme facial para a região dos olhos Fraijour Retin-Collagen 3D Core Eye Cream. De acordo com o posicionamento oficial da agência sanitária, “a fabricação, distribuição, divulgação, comercialização e uso desses produtos estão proibidas”.
O que esta em jogo: A atuação técnica e rigorosa dos órgãos de fiscalização sanitária é um pilar fundamental para garantir a segurança dos consumidores e resguardar o mercado de práticas desleais. O comércio de formulações sem certificação de procedência coloca a saúde das famílias em risco e prejudica diretamente empresas idôneas que cumprem as exigências regulatórias e investem no desenvolvimento legal de seus produtos. A remoção de itens irregulares assegura que a liberdade de empreender caminhe lado a lado com a responsabilidade e o respeito integral às normas vigentes.
Com informacoes de revistaoeste.com.