ÚLTIMAS
Marinho denuncia uso do Inquérito das Fake News por Moraes como ‘poder pessoal’ contra André MendonçaA um mês da votação, TSE conclui assinatura e lacração dos sistemas eleitorais de 2026MP Eleitoral pede impugnação de deputado do PT suspeito de liderar narcomilícia no RioSTF define teto de R$ 5 mil para gratuidade de justiça e anula súmula do TSTEduardo Cunha reage a veto da Justiça Eleitoral e vai ao TSE para tentar disputar o SenadoFlávio Bolsonaro aponta elo entre Moraes e Daniel Vorcaro e cobra transparência sobre honorários milionáriosCrise no STF se agrava e Carlos Viana convoca retorno urgente do Congresso a BrasíliaPF aponta que AGU evitou acionar André Mendonça para blindar relação com Messias e evitar desgaste com LulinhaMarinho denuncia uso do Inquérito das Fake News por Moraes como ‘poder pessoal’ contra André MendonçaA um mês da votação, TSE conclui assinatura e lacração dos sistemas eleitorais de 2026MP Eleitoral pede impugnação de deputado do PT suspeito de liderar narcomilícia no RioSTF define teto de R$ 5 mil para gratuidade de justiça e anula súmula do TSTEduardo Cunha reage a veto da Justiça Eleitoral e vai ao TSE para tentar disputar o SenadoFlávio Bolsonaro aponta elo entre Moraes e Daniel Vorcaro e cobra transparência sobre honorários milionáriosCrise no STF se agrava e Carlos Viana convoca retorno urgente do Congresso a BrasíliaPF aponta que AGU evitou acionar André Mendonça para blindar relação com Messias e evitar desgaste com Lulinha

MP Eleitoral pede impugnação de deputado do PT suspeito de liderar narcomilícia no Rio

Ministério Público Eleitoral contesta candidatura de Renato Machado (PT-RJ), apontando elo com facção criminosa e execuções em Maricá.

Por Redação Ponto FixoPublicado 04/09/2026 às 10h02· 2 min de leitura
MP Eleitoral pede impugnação de deputado do PT suspeito de liderar narcomilícia no Rio
Foto: Divulgação

O Ministério Público Eleitoral ingressou com um pedido de impugnação contra a candidatura à reeleição do deputado estadual Renato Machado (PT-RJ). O parlamentar, que mantém sua base eleitoral no município de Maricá, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, é formalmente apontado pelo órgão ministerial como suspeito de chefiar uma estrutura de “narcomilícia” que opera na região fluminense.

A representação do MP Eleitoral sustenta que o deputado petista estaria à frente de um bando armado articulado com o Terceiro Comando Puro (TCP), uma das organizações criminosas de maior influência no Estado do Rio de Janeiro. Segundo os promotores eleitorais, Renato Machado contaria com o apoio direto de Rodrigo José Barbosa da Silva, conhecido pela alcunha de Rodrigo Negão, identificado na investigação como líder operacional e o principal “braço armado” do parlamentar.

As apurações descritas na petição revelam que o grupo criminoso sob suspeita atua em frentes altamente lucrativas e violentas, englobando o tráfico de drogas e a exploração clandestina de sinais de TV a cabo e serviços de internet. O documento do MP Eleitoral também destaca que a organização atua com violência letal para calar vozes divergentes, afirmando categoricamente que o grupo “executa opositores que se insurgem” contra o domínio imposto na localidade.

Entre os episódios mais graves citados pelas autoridades está o assassinato do jornalista Robson Giorno, executado em 2019. O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro chegou a denunciar Renato Machado — que na época exercia o mandato de vereador em Maricá — como o suposto mandante do homicídio. No entanto, a Justiça decidiu não prosseguir com a acusação formal naquele momento por entender que não haviam sido reunidas provas suficientes para vincular o político ao crime.

Para a disputa do pleito eleitoral, Renato Machado informou à Justiça Eleitoral um patrimônio avaliado em R$ 1,3 milhão. A lista de bens declarada pelo parlamentar à corte eleitoral é composta majoritariamente por múltiplos terrenos e imóveis residenciais distribuídos entre os municípios fluminenses de Maricá e Niterói.

O que esta em jogo: A atuação de grupos paraestatais e narcomilícias no processo eleitoral representa uma das ameaças mais profundas à integridade das instituições e à soberania da lei no Brasil. Quando lideranças políticas são investigadas por conexões com o crime organizado armado, a própria legitimidade da representação popular é colocada em xeque. O avanço de ações do Ministério Público Eleitoral reafirma a necessidade de rigor moral e legal para impedir que mandatos públicos sejam utilizados como escudo ou instrumento de consolidação de poder por facções criminosas.

Com informacoes de revistaoeste.com.

Compartilhar:WhatsAppXFacebook

Continue lendo

Redação Ponto Fixo
Redação Ponto Fixo
Equipe de redação do Ponto Fixo — portal de notícias com linha editorial conservadora nos costumes e liberal na economia.
Ver todas as matérias →
Receba as notícias do Ponto Fixo
A lente certa sobre o Brasil, direto no seu e-mail.

Leave a Comment

Your email address will not be published. Required fields are marked *

Scroll to Top