ÚLTIMAS
Liberdade Feminina: Senado aprova spray de pimenta para defesa pessoal de mulheresMichelle Bolsonaro deixa comando do PL Mulher para focar em apoio a ex-presidente; Valdemar Costa Neto aborda divergências no partidoReino Unido anuncia maior reforço militar desde a Guerra Fria, com foco em IA e dronesTarcísio reconsidera e busca manter Linha 17-Ouro sob gestão do Metrô, sinalizando guinada na política de concessõesMega-Sena acumula para R$ 27 milhões e reacende sonho do prêmio milionárioEl Niño ameaça safra de soja e eleva risco de incêndios até 2027ANS anuncia reajuste de até 6,2% para planos de saúde antigos e impacta 158 mil beneficiáriosAlerta vermelho: Inmet prevê chuvas torrenciais no Sul do Brasil com risco de alagamentos e deslizamentosLiberdade Feminina: Senado aprova spray de pimenta para defesa pessoal de mulheresMichelle Bolsonaro deixa comando do PL Mulher para focar em apoio a ex-presidente; Valdemar Costa Neto aborda divergências no partidoReino Unido anuncia maior reforço militar desde a Guerra Fria, com foco em IA e dronesTarcísio reconsidera e busca manter Linha 17-Ouro sob gestão do Metrô, sinalizando guinada na política de concessõesMega-Sena acumula para R$ 27 milhões e reacende sonho do prêmio milionárioEl Niño ameaça safra de soja e eleva risco de incêndios até 2027ANS anuncia reajuste de até 6,2% para planos de saúde antigos e impacta 158 mil beneficiáriosAlerta vermelho: Inmet prevê chuvas torrenciais no Sul do Brasil com risco de alagamentos e deslizamentos

Reino Unido anuncia maior reforço militar desde a Guerra Fria, com foco em IA e drones

O Reino Unido destinará 15 bilhões de libras adicionais às Forças Armadas nos próximos quatro anos, marcando o maior aumento de gastos militares desde o fim da Guerra Fria, com investimentos massivos em tecnologia e dissuasão nuclear.

Por Redação Ponto FixoPublicado 30/06/2026 às 23h04· 2 min de leitura
Reino Unido anuncia maior reforço militar desde a Guerra Fria, com foco em IA e drones
Foto: Reprodução/ Pexels

O Reino Unido anunciou, nesta terça-feira, 30, um vultuoso plano de investimento nas suas Forças Armadas, totalizando £ 15 bilhões adicionais (cerca de R$ 102 bilhões) nos próximos quatro anos. Este é o maior aumento de gastos militares registrado desde o término da Guerra Fria, refletindo uma preocupação crescente com a segurança global e as tensões geopolíticas. A medida visa modernizar as capacidades defensivas do país, priorizando tecnologias emergentes e aprimoramento de seu poderio nuclear.

O primeiro-ministro Keir Starmer justificou a iniciativa como uma resposta direta às crescentes ameaças na Europa, citando especificamente o conflito entre Rússia e Ucrânia como um catalisador para a reavaliação da postura de defesa britânica. O plano eleva o orçamento anual de defesa para aproximadamente £ 80 bilhões até 2029, embora este valor ainda represente 2,7% do Produto Interno Bruto (PIB) do país, ficando abaixo da meta de 3,5% estabelecida pela OTAN para seus membros até 2035.

Uma parte significativa dos recursos, cerca de £ 5 bilhões (aproximadamente R$ 34,25 bilhões), será direcionada para o desenvolvimento de drones, veículos autônomos e sistemas de inteligência artificial aplicados à defesa. Além disso, haverá investimentos em mísseis de longo alcance, na produção de munições e na modernização de bases militares. Tais alocações sublinham uma estratégia focada em capacidades de combate de última geração, essenciais para cenários de conflito contemporâneos.

O programa nuclear britânico também receberá um impulso substancial, com um investimento previsto de cerca de £ 63 bilhões (aproximadamente R$ 430 bilhões). Este montante será destinado a submarinos, ogivas e infraestrutura de dissuasão nuclear. A compra de caças Lockheed Martin F-35 Lightning II, com capacidade para transportar armamentos nucleares táticos, complementa essa estratégia, reforçando a capacidade de resposta e defesa estratégica do Reino Unido.

Apesar do significativo aumento, o plano já enfrenta críticas. Especialistas e a oposição política argumentam que, embora o investimento seja um avanço, ele pode não ser suficiente para eliminar as deficiências existentes nas Forças Armadas britânicas ou para acompanhar o ritmo das mudanças no cenário internacional. Além disso, a realocação de verbas originalmente destinadas a infraestrutura, energia e transporte para financiar parte desse aumento militar levanta questionamentos sobre as prioridades governamentais e seus impactos em outros setores essenciais.

O que está em jogo: Este aumento nos gastos militares britânicos, o maior em décadas, sinaliza uma reorientação estratégica diante de um cenário global instável, buscando modernizar as defesas do país e reforçar seu papel na OTAN, mas levanta debates sobre as prioridades orçamentárias e a real eficácia em atender todas as demandas de segurança.

Com informacoes de fonte, fonte.

Compartilhar:WhatsAppXFacebook

Continue lendo

Redação Ponto Fixo
Redação Ponto Fixo
Equipe de redação do Ponto Fixo — portal de notícias com linha editorial conservadora nos costumes e liberal na economia.
Ver todas as matérias →
Receba as notícias do Ponto Fixo
A lente certa sobre o Brasil, direto no seu e-mail.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Rolar para cima