Iniciativa em São Roque (SP) capacita pequenos e médios agricultores com inteligência artificial, big data e bioinsumos em parceria da Faesp com a Pró-Vida.

A modernização do setor agropecuário brasileiro ganha um reforço estratégico com a criação do Centro de Excelência em Tecnologia Rural, situado no município de São Roque, no interior do Estado de São Paulo. A infraestrutura foi concebida com o objetivo primordial de integrar as ferramentas mais avançadas da agricultura moderna à realidade de pequenos e médios produtores, democratizando o acesso a métodos de gestão e cultivo que antes ficavam restritos a grandes conglomerados.
O projeto abrange a capacitação em áreas de ponta, incluindo inteligência artificial (IA), análise de grandes volumes de dados (big data), produção e uso de bioinsumos e práticas de agricultura de precisão. O propósito central dessas frentes é qualificar o homem do campo para que ele possa otimizar custos, reduzir desperdícios e alavancar a rentabilidade de suas propriedades, consolidando a autonomia e a sustentabilidade econômica do produtor familiar e de médio porte.
A edificação que abriga o novo centro tecnológico foi formalmente entregue à Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp). A viabilização do complexo ocorreu por intermédio de uma parceria com a instituição Pró-Vida, responsável pela construção das instalações físicas destinadas ao desenvolvimento dos treinamentos.
Em um modelo voltado à difusão irrestrita do conhecimento prático, todos os cursos ministrados na unidade serão inteiramente gratuitos e estarão acessíveis a trabalhadores e produtores rurais de todas as regiões do Brasil. A iniciativa é conduzida por meio do sistema Faesp em conjunto com o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de São Paulo (Senar-SP), ampliando o alcance do ensino técnico voltado ao agronegócio nacional.
O que esta em jogo: A difusão tecnológica no campo é o motor essencial para manter o agronegócio brasileiro na liderança mundial de produtividade e segurança alimentar. Ao equipar pequenos e médios produtores com inteligência de dados e métodos de precisão, o setor fortalece o direito de propriedade, gera riqueza no interior e assegura a sustentabilidade de famílias que vivem da terra, reduzindo a dependência de subsídios estatais por meio da pura eficiência produtiva de mercado.
Com informacoes de revistaoeste.com.