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Devoradores de Estrelas: Ryan Gosling e alienígena se unem para salvar o Sol em ficção que já rendeu US$ 700 milhões

Filme 'Devoradores de Estrelas' arrecada quase US$ 700 milhões e coloca Ryan Gosling em missão crucial no espaço para evitar a destruição do Sol.

Por Redação Ponto FixoPublicado 04/07/2026 às 23h02· 3 min de leitura
Devoradores de Estrelas: Ryan Gosling e alienígena se unem para salvar o Sol em ficção que já rendeu US$ 700 milhões
Foto: divulgação

No concorrido e muitas vezes repetitivo universo da ficção científica, ‘Devoradores de Estrelas’ (disponível na Amazon) emerge como um ponto fora da curva, desafiando as expectativas e conquistando o público global. Com um roteiro adaptado do romance de Andy Weir, o mesmo autor por trás de ‘Perdido em Marte’, e a direção da dupla Phil Lord e Christopher Miller, conhecidos por ‘Anjos da Lei’, a produção rapidamente se tornou um fenômeno de bilheteria, arrecadando quase 700 milhões de dólares e consolidando sua relevância no cenário cinematográfico atual.

O filme é impulsionado pela performance de Ryan Gosling, que interpreta Ryland Grace, um cientista que acorda no espaço sideral sem memória, apenas para gradualmente recordar sua identidade e a gravidade de sua missão: impedir que o Sol e outras estrelas sejam consumidos por uma espécie de vírus misterioso. A trama se desdobra com uma homenagem inicial ao clássico ‘2001 – Uma Odisseia no Espaço’, estabelecendo um tom visual e narrativo que prende o espectador desde os primeiros minutos.

A reviravolta ocorre quando Ryland encontra outra nave e um ser alienígena, batizado de Rocky, que compartilha o mesmo objetivo solitário. Este alienígena, com sua aparência peculiar e curiosidade infantil, estabelece uma comunicação e amizade improvável com o protagonista, remetendo à sensibilidade de ‘E.T. – O Extraterrestre’. Essa dinâmica entre os dois personagens se torna o coração da narrativa, oferecendo momentos de emoção e um senso de parceria que transcende as diferenças.

‘Devoradores de Estrelas’ brilha em suas sequências espaciais, que são visualmente impactantes, e nos momentos de conexão humana (e alienígena). Embora alguns flashbacks passados na Terra possam não manter o mesmo nível de engajamento, a atuação de Gosling é inegavelmente um dos pontos altos. O ator, que já encarnou papéis tão distintos como Ken em ‘Barbie’ e o personagem de Butthead, demonstra sua versatilidade ao entregar uma interpretação convincente de um cientista sério e determinado, fundamental para a credibilidade da complexa trama.

A significativa arrecadação de quase 700 milhões de dólares reflete não apenas o apelo do gênero, mas também a capacidade da obra de inovar dentro de convenções, oferecendo uma história que combina aventura, mistério e um toque humano profundo. O sucesso comercial permite que produções de ficção científica com propostas mais elaboradas continuem a ser viáveis, incentivando a indústria a investir em narrativas que, além de entreter, convidam à reflexão sobre o futuro e a interconexão da vida no universo.

O que está em jogo: O sucesso massivo de ‘Devoradores de Estrelas’ demonstra o potencial do cinema em combinar ciência, aventura e emoção, validando investimentos em narrativas complexas e aprofundadas no gênero de ficção científica, ao mesmo tempo em que oferece uma mensagem de esperança e cooperação em face de ameaças existenciais.

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