ÚLTIMAS
Operação Cátaros: candidato a deputado estadual em SP e investigado por elo com o PCC é presoBanda de metal cristão Demon Hunter processa Netflix por violação de marca em animaçãoEnel contesta processo de caducidade em SP e expõe que 24 distribuidoras também falharam em metas da AneelPF apura oferta de R$ 626 milhões na Saúde envolvendo amiga de LulinhaCorinthians é condenado a pagar R$ 2,98 milhões a ex-jogador que perdeu a carreira após lesão no joelhoEmpresas dos EUA fecham acordos com a Venezuela para explorar petróleo após queda de MaduroHamas usa hospital em Gaza como centro de tortura e extorsão contra palestinos, revelam autoridades de IsraelCom Selic a 14%, empresas do Ibovespa projetam retração e risco de recessão para 2027Operação Cátaros: candidato a deputado estadual em SP e investigado por elo com o PCC é presoBanda de metal cristão Demon Hunter processa Netflix por violação de marca em animaçãoEnel contesta processo de caducidade em SP e expõe que 24 distribuidoras também falharam em metas da AneelPF apura oferta de R$ 626 milhões na Saúde envolvendo amiga de LulinhaCorinthians é condenado a pagar R$ 2,98 milhões a ex-jogador que perdeu a carreira após lesão no joelhoEmpresas dos EUA fecham acordos com a Venezuela para explorar petróleo após queda de MaduroHamas usa hospital em Gaza como centro de tortura e extorsão contra palestinos, revelam autoridades de IsraelCom Selic a 14%, empresas do Ibovespa projetam retração e risco de recessão para 2027

Banda de metal cristão Demon Hunter processa Netflix por violação de marca em animação

Banda cristã acusa a gigante do streaming de violar registro de marca com a produção 'KPop Demon Hunters', gerando confusão e prejuízos no mercado.

Por Redação Ponto FixoPublicado 21/08/2026 às 00h02· 3 min de leitura
Banda de metal cristão Demon Hunter processa Netflix por violação de marca em animação
Foto: Divulgação/Oeste

A banda norte-americana de metal cristão Demon Hunter decidiu levar a gigante do streaming Netflix aos tribunais. Em ação apresentada na última terça-feira, 18, no Tribunal Central da Califórnia, a empresa Hyde Lane, que gerencia os direitos intelectuais e comerciais do grupo, acusa a plataforma de violar sua marca registrada ao utilizar o título original KPop Demon Hunters — lançado no Brasil como Guerreiras do K-pop.

Fundado no ano 2000 na cidade de Seattle, o Demon Hunter construiu uma trajetória sólida no cenário musical cristão e do heavy metal ao longo de mais de duas décadas, acumulando discos lançados, turnês mundiais e uma linha consolidada de produtos. A petição sustenta que a Netflix ultrapassou os limites do entretenimento audiovisual ao expandir a marca da animação para itens de vestuário, trilhas sonoras comerciais e até uma parceria para uma turnê mundial prevista para cerca de 150 cidades, colidindo frontalmente com o nicho de mercado já consolidado pela banda.

A Hyde Lane reforça o argumento jurídico destacando que o acréscimo da sigla “KPOP” não basta para diferenciar os produtos perante o consumidor. Essa tese se apoia em um parecer do Escritório de Patentes e Marcas dos Estados Unidos, que anteriormente classificou a expressão como meramente descritiva. Segundo a defesa do grupo, a semelhança entre as marcas já começou a provocar equívocos práticos e embaraços no mercado.

Entre os episódios concretos anexados ao processo, consta o relato de um consumidor que gastou cerca de US$ 500 em ingressos para uma apresentação do Demon Hunter em Albany, Nova York, acreditando que levaria suas filhas pequenas a um evento infantil ligado à produção da Netflix. O comprador pediu reembolso após constatar o engano. Em outro caso, ocorrido em março, um produtor de TV contatou o empresário da banda buscando entrevistar Yu-Han Lee, compositor da trilha do filme, gerando mais uma prova de confusão gerencial.

Diante do cenário, a Hyde Lane pede que a Justiça proíba a Netflix de utilizar a nomenclatura KPop Demon Hunters ou quaisquer variações similares em categorias como gravações musicais, vestuário, CDs e pôsteres. A ação também reivindica o pagamento de indenizações por perdas e danos, o repasse de lucros auferidos com o uso indevido da marca e a cobertura integral das custas de honorários advocatícios.

O que esta em jogo: A disputa expõe os limites da expansão comercial das grandes corporações globais sobre marcas históricas construídas pelo trabalho de iniciativas independentes. Mais do que uma simples disputa por títulos, o caso reforça a importância da proteção à propriedade privada e aos direitos de marca no livre mercado, garantindo que empresas de mídia não diluam a reputação e a identidade de instituições e artistas que consolidaram seu público muito antes da era do streaming.

Com informacoes de revistaoeste.com.

Compartilhar:WhatsAppXFacebook

Continue lendo

Redação Ponto Fixo
Redação Ponto Fixo
Equipe de redação do Ponto Fixo — portal de notícias com linha editorial conservadora nos costumes e liberal na economia.
Ver todas as matérias →
Receba as notícias do Ponto Fixo
A lente certa sobre o Brasil, direto no seu e-mail.

Leave a Comment

Your email address will not be published. Required fields are marked *

Scroll to Top