ÚLTIMAS
Delação sobre fraude bilionária no INSS avança e pode expor novos envolvidos, mira empresárioFifa defende parceria com CazéTV e elogia modelo inovador de transmissão da CopaGastos de Lula com publicidade já somam quase R$ 1 bilhão e ultrapassam R$ 178 milhões apenas em 2026Mega-Sena acumula para R$ 23 milhões: sorteio em São Paulo não teve vencedor principalCopa do Mundo: Programa “Copa sem Firula” oferece debate diário com Milton Neves e AlemãoSegurança de Janja agride deputada do PT em evento contra violência à mulherGoverno Lula destina R$ 178 milhões em publicidade institucional nos primeiros meses de 2026, com gastos crescentesPolícia prende suspeitos de atentado contra tenente da Rota, irmão de Eloá Pimentel, em São PauloDelação sobre fraude bilionária no INSS avança e pode expor novos envolvidos, mira empresárioFifa defende parceria com CazéTV e elogia modelo inovador de transmissão da CopaGastos de Lula com publicidade já somam quase R$ 1 bilhão e ultrapassam R$ 178 milhões apenas em 2026Mega-Sena acumula para R$ 23 milhões: sorteio em São Paulo não teve vencedor principalCopa do Mundo: Programa “Copa sem Firula” oferece debate diário com Milton Neves e AlemãoSegurança de Janja agride deputada do PT em evento contra violência à mulherGoverno Lula destina R$ 178 milhões em publicidade institucional nos primeiros meses de 2026, com gastos crescentesPolícia prende suspeitos de atentado contra tenente da Rota, irmão de Eloá Pimentel, em São Paulo

Governador de SC acusa Lula de xenofobia e aciona PGR após fala sobre ‘hegemonia branca’

Jorginho Mello, governador de Santa Catarina, vai à Procuradoria-Geral da República contra o presidente Lula, alegando xenofobia após declarações do petista em Itajaí que associaram o estado ao racismo e à 'hegemonia branca'.

Por Redação Ponto FixoPublicado 28/06/2026 às 15h24· 2 min de leitura
Governador de SC acusa Lula de xenofobia e aciona PGR após fala sobre 'hegemonia branca'
Foto: Divulgação/ Governo de SC

O governador de Santa Catarina, Jorginho Mello (PL), anunciou que apresentará uma representação contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na Procuradoria-Geral da República (PGR). A motivação para a ação reside em declarações de Lula proferidas durante um evento em Itajaí (SC), nas quais Mello identifica traços de xenofobia e preconceito contra a população catarinense.

A controvérsia teve início quando o presidente criticou a tentativa do governo estadual de extinguir as cotas raciais nas universidades de Santa Catarina, uma medida que o Supremo Tribunal Federal (STF) posteriormente considerou inconstitucional. No discurso em questão, Lula afirmou que o estado não poderia permitir a prevalência do racismo e fez menção à ideia de “hegemonia branca”, citando Adolf Hitler para condenar qualquer forma de superioridade racial.

Para Jorginho Mello, as falas do presidente transcenderam a crítica a uma política pública e se converteram em um ataque generalizado aos moradores de Santa Catarina. O governador argumenta que, embora seja legítimo discordar de decisões governamentais, é inaceitável associar toda uma população a ideias de racismo ou superioridade racial. Tal conduta, na avaliação de Mello, configura preconceito e justifica a intervenção da PGR.

Em defesa da imagem de seu estado, Mello destacou que Santa Catarina foi o destino de mais de 500 mil migrantes de outras unidades da federação na última década, um número que, segundo ele, atesta a hospitalidade local e desmente qualquer insinuação de intolerância. O governador ressaltou que a xenofobia, embora frequentemente associada à discriminação contra estrangeiros, também se manifesta como preconceito contra pessoas de diferentes regiões dentro do mesmo país.

A representação na PGR adiciona um novo capítulo à já tensa relação entre governos estaduais e a administração federal, especialmente em temas sensíveis como racismo, políticas afirmativas e a interpretação das liberdades individuais versus o papel do Estado na promoção da igualdade. A escalada retórica e legal reflete profundas divisões ideológicas no cenário político brasileiro atual.

O que está em jogo: A representação pode abrir um precedente para a judicialização de declarações políticas de alto escalão, testando os limites da liberdade de expressão presidencial e a interpretação legal de xenofobia em um contexto federativo, com possíveis desdobramentos sobre a polarização política nacional.

Com informacoes de fonte, fonte, fonte.

Compartilhar:WhatsAppXFacebook

Continue lendo

Redação Ponto Fixo
Redação Ponto Fixo
Equipe de redação do Ponto Fixo — portal de notícias com linha editorial conservadora nos costumes e liberal na economia.
Ver todas as matérias →
Receba as notícias do Ponto Fixo
A lente certa sobre o Brasil, direto no seu e-mail.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Rolar para cima