A seleção brasileira de futebol masculino terá um desafio nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026 contra a Noruega, um adversário que o Brasil nunca venceu na história, incluindo um revés na Copa de 1998.

A Noruega garantiu sua vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026 após vencer a Costa do Marfim por 2 a 1 em uma partida emocionante disputada em Dallas, Estados Unidos, nesta terça-feira. Com a vitória, a equipe europeia se credenciou para enfrentar a seleção brasileira, em um confronto que já carrega um peso histórico desfavorável para o Brasil.
O jogo decisivo está agendado para o próximo domingo, 5 de julho, às 17h (horário de Brasília), no MetLife Stadium, localizado em Nova Jersey. A expectativa é de um embate acirrado, especialmente considerando o retrospecto peculiar entre as duas seleções no futebol profissional masculino.
A classificação norueguesa veio com emoção. Após Antonio Nusa abrir o placar para a Noruega no primeiro tempo, a Costa do Marfim conseguiu o empate no segundo tempo com Amad Diallo. No entanto, o gol decisivo saiu nos minutos finais, com Erling Haaland aproveitando um cruzamento de Patrick Berg para selar a vitória e a passagem de fase.
O histórico de confrontos entre Brasil e Noruega é notável: em quatro partidas disputadas ao longo da história, incluindo jogos oficiais e amistosos, a seleção brasileira nunca conseguiu vencer os noruegueses, registrando duas derrotas e dois empates. O encontro mais emblemático ocorreu na Copa do Mundo de 1998, na França, quando a Noruega surpreendeu e venceu o Brasil por 2 a 1 na fase de grupos. Outros duelos ocorreram em amistosos nos anos de 1988, 1997 e 2006, sempre com resultados que favoreceram os europeus.
Este padrão de resultados adversos adiciona uma camada extra de desafio e tensão ao próximo jogo. Para a seleção brasileira, trata-se não apenas de buscar a classificação para as quartas de final, mas também de quebrar um tabu histórico contra um adversário que se mostrou capaz de surpreender em momentos importantes.
O que está em jogo: A eliminação precoce do Brasil nas oitavas de final impactaria profundamente a moral do futebol nacional, além de reforçar um incômodo tabu histórico contra a Noruega; a vitória representaria a superação de um adversário ‘carrasco’ e a continuidade da busca pelo hexacampeonato mundial.
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