ÚLTIMAS
Juros exorbitantes: Governo investiga Valor, Ágil e Crefisa por taxas que superam 900% ao anoLiberdade e protagonismo feminino em pauta: programas abordam liberalismo e o papel da mulher no agroPresidente do Irã condiciona acordo nuclear: ‘Reciprocidade’ com os EUA é chave para cumprimentoFuturo de Bolsonaro em xeque: Moraes analisa prisão domiciliar e apreensão de pistolaReceita Federal muda CNPJ para formato alfanumérico e evita esgotamento de combinaçõesCafés especiais do interior paulista impulsionam economia local e turismo em festival de destaqueFuturo de Bolsonaro: Moraes avalia destino da prisão domiciliar e a polêmica da arma apreendidaTerremotos na Venezuela: mortes chegam a 1,7 mil e Neymar doa R$ 1,3 milhão em meio a desafios de resgateJuros exorbitantes: Governo investiga Valor, Ágil e Crefisa por taxas que superam 900% ao anoLiberdade e protagonismo feminino em pauta: programas abordam liberalismo e o papel da mulher no agroPresidente do Irã condiciona acordo nuclear: ‘Reciprocidade’ com os EUA é chave para cumprimentoFuturo de Bolsonaro em xeque: Moraes analisa prisão domiciliar e apreensão de pistolaReceita Federal muda CNPJ para formato alfanumérico e evita esgotamento de combinaçõesCafés especiais do interior paulista impulsionam economia local e turismo em festival de destaqueFuturo de Bolsonaro: Moraes avalia destino da prisão domiciliar e a polêmica da arma apreendidaTerremotos na Venezuela: mortes chegam a 1,7 mil e Neymar doa R$ 1,3 milhão em meio a desafios de resgate

Terremoto na Venezuela: mortos chegam a 1.450 e ONU estima 50 mil desaparecidos em cenário de colapso

O número de vítimas fatais dos terremotos na Venezuela atingiu 1.450, com a ONU estimando 50 mil desaparecidos, evidenciando a grave crise humanitária e estrutural no país.

Por Redação Ponto FixoPublicado 28/06/2026 às 21h02· 2 min de leitura
Terremoto na Venezuela: mortos chegam a 1.450 e ONU estima 50 mil desaparecidos em cenário de colapso
Foto: Reprodução: X/ Vente Venezuela

A Venezuela enfrenta uma catástrofe humanitária após os terremotos da semana passada, com o número de mortos subindo para 1.450. A informação foi divulgada neste domingo, 28, pela ditadura venezuelana, através do presidente da Assembleia Nacional, Jorge Rodríguez. A dimensão da tragédia é ampliada pela estimativa da Organização das Nações Unidas (ONU), que aponta para impressionantes 50 mil desaparecidos, em meio à destruição de infraestruturas essenciais e a dificuldades logísticas no resgate.

Os tremores, registrados na última quarta-feira, 24, causaram a queda de 189 prédios, conforme confirmado por Rodríguez. A agência de migrações da ONU calculou um total de 6,8 milhões de pessoas afetadas, utilizando bases de dados populacionais da região. Desse total, 2 milhões de indivíduos estão somente em Caracas, a capital, onde o impacto tem sido devastador. As equipes de socorro encontram enormes desafios, especialmente em La Guaira, onde o Aeroporto Simón Bolívar suspendeu voos sem previsão de reabertura, dificultando a chegada de ajuda.

Em resposta à calamidade, o Brasil mobilizou recursos significativos. A Força Aérea Brasileira enviou aeronaves com profissionais de resgate, incluindo médicos e cães de busca, além de equipamentos especializados para trabalhos em destroços. Dois aviões adicionais com mantimentos de sobrevivência partiriam nesta segunda-feira. A ditadora interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, mobilizou 14 mil agentes de segurança estatais para auxiliar nos esforços, que parecem insuficientes diante da magnitude dos danos.

A crise expõe ainda mais a fragilidade da infraestrutura venezuelana e a capacidade limitada do regime para lidar com desastres de grande escala. Os relatos de dificuldades logísticas e a falta de recursos básicos para as vítimas agravam um cenário já marcado por anos de colapso econômico e social. A comunidade internacional, através da ONU e de países vizinhos como o Brasil, tem desempenhado um papel crucial na tentativa de mitigar o sofrimento da população, mas a escala do desastre exige uma resposta coordenada e robusta.

A busca por sobreviventes continua incansável, enquanto a esperança diminui a cada dia que passa. A tragédia dos terremotos se soma a um contexto de instabilidade política e econômica, aprofundando a crise humanitária e aprofundando as discussões sobre a responsabilidade do regime em garantir a segurança e o bem-estar de seus cidadãos. A longo prazo, a reconstrução das áreas devastadas e o apoio às famílias afetadas exigirão um esforço monumental e a colaboração de diversas frentes.

O que está em jogo: A tragédia dos terremotos na Venezuela expõe a fragilidade da infraestrutura do país e a urgência de uma resposta humanitária coordenada para milhões de afetados, aprofundando a crise humanitária e econômica sob o regime ditatorial.

Com informacoes de fonte, fonte, fonte.

Compartilhar:WhatsAppXFacebook

Continue lendo

Redação Ponto Fixo
Redação Ponto Fixo
Equipe de redação do Ponto Fixo — portal de notícias com linha editorial conservadora nos costumes e liberal na economia.
Ver todas as matérias →
Receba as notícias do Ponto Fixo
A lente certa sobre o Brasil, direto no seu e-mail.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Rolar para cima